Quem reprovar duas ou mais vezes
no exame prático para tirar habilitação e quiser seguir tentando a permissão
para dirigir um veículo terá que fazer mais duas aulas práticas numa autoescola
antes de voltar ao pátio de provas do Departamento Estadual de Trânsito
(Detran-PE). A medida, prevista na portaria 7812/2016, foi publicada no Diário
Oficial. O objetivo, segundo a autarquia, é reduzir o número de pessoas que não
conseguem passar no segundo reteste. Entre os candidatos, cerca de 40% reprovam
na baliza, por exemplo. A mudança também afeta o pagamento de taxas.
Antes da nova regra, se o candidato fosse reprovado no primeiro exame, tinha que pagar uma série de taxas que, conforme o Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Estado (SindCFC-PE), totalizava cerca de R$ 150. Parte desse valor ficava com as autoescolas, mesmo sem a obrigatoriedade de que os estabelecimentos ministrassem reforços ao aluno. Agora, o que muda é nos quantitativos a serem pagos. Se for reprovado na primeira vez, o candidato deixa de arcar com uma taxa de R$ 38,18, antes exigida, e pode agendar a nova prova no site www.detran.pe.gov.br. Se, pela segunda vez, não conseguir aprovação, é que o aluno deverá escolher uma autoescola credenciada ao Detran e fazer, no mínimo, duas aulas.
Antes da nova regra, se o candidato fosse reprovado no primeiro exame, tinha que pagar uma série de taxas que, conforme o Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Estado (SindCFC-PE), totalizava cerca de R$ 150. Parte desse valor ficava com as autoescolas, mesmo sem a obrigatoriedade de que os estabelecimentos ministrassem reforços ao aluno. Agora, o que muda é nos quantitativos a serem pagos. Se for reprovado na primeira vez, o candidato deixa de arcar com uma taxa de R$ 38,18, antes exigida, e pode agendar a nova prova no site www.detran.pe.gov.br. Se, pela segunda vez, não conseguir aprovação, é que o aluno deverá escolher uma autoescola credenciada ao Detran e fazer, no mínimo, duas aulas.
Para a categoria A (motos), o valor das aulas varia de R$ 15,96 a R$ 38,
e, para a categoria B (automóveis), de R$ 33,95 a R$ 44. Além disso, o
candidato terá que pagar as taxas normais do Detran, referentes ao uso de
viaturas no teste e outros procedimentos administrativos, o que chega a pouco
mais de R$ 100. "Em resumo, quem for reprovado na primeira vez e quiser
tentar a segunda, pagará menos. Quem partir para três ou mais tentativas de ser
aprovado, terá que fazer mais duas aulas numa autoescola e pagará um pouco
mais", diz o presidente do SindCFC, Ygor Valença.
De acordo com o presidente do Detran-PE, Charles Ribeiro, o objetivo da mudança é colocar condutores mais bem preparados nas ruas. "Estamos eliminando uma taxa que ficava para as autoescolas e que não servia de absolutamente nada. O usuário era onerado sem ter um retorno efetivo, sem obrigação de ter aulas. Agora, a partir do segundo reteste, a pessoa escolhe um CFC, e faz, no mínimo, mais duas aulas práticas com reforço naquilo em que foi reprovado", explica. "Qualquer pessoa pode sair de casa nervosa, estar num dia ruim e ser reprovada. Por isso, esse acompanhamento com aulas, a partir do segundo reteste, dará mais condições aos candidatos de obter a aprovação de forma mais fácil e segura", avalia Ribeiro.
Reprovação: Desde que as provas práticas ganharam a vigilância de dispositivos de tecnologia, como câmeras, controle de faltas em tablets e sensores, em maio deste ano, o índice de reprovações aumentou. Saltou de 4,3 mil, em junho de 2015, para 6,7 mil, no mesmo mês de 2016, por exemplo. "Além do maior rigor, que, de certo modo, pode deixar alguns candidatos mais nervosos, números mostram que, depois que alguém reprova pela segunda vez, tende a reprovar outras vezes, até pelo estado psicológico em que fica. Voltar para ter novas aulas é uma chance de reverter isso", completa Ygor Valença. (Via: Folha PE)
De acordo com o presidente do Detran-PE, Charles Ribeiro, o objetivo da mudança é colocar condutores mais bem preparados nas ruas. "Estamos eliminando uma taxa que ficava para as autoescolas e que não servia de absolutamente nada. O usuário era onerado sem ter um retorno efetivo, sem obrigação de ter aulas. Agora, a partir do segundo reteste, a pessoa escolhe um CFC, e faz, no mínimo, mais duas aulas práticas com reforço naquilo em que foi reprovado", explica. "Qualquer pessoa pode sair de casa nervosa, estar num dia ruim e ser reprovada. Por isso, esse acompanhamento com aulas, a partir do segundo reteste, dará mais condições aos candidatos de obter a aprovação de forma mais fácil e segura", avalia Ribeiro.
Reprovação: Desde que as provas práticas ganharam a vigilância de dispositivos de tecnologia, como câmeras, controle de faltas em tablets e sensores, em maio deste ano, o índice de reprovações aumentou. Saltou de 4,3 mil, em junho de 2015, para 6,7 mil, no mesmo mês de 2016, por exemplo. "Além do maior rigor, que, de certo modo, pode deixar alguns candidatos mais nervosos, números mostram que, depois que alguém reprova pela segunda vez, tende a reprovar outras vezes, até pelo estado psicológico em que fica. Voltar para ter novas aulas é uma chance de reverter isso", completa Ygor Valença. (Via: Folha PE)
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