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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Saiba quem era o delegado do ‘caso Thamiris’ encontrado morto

O delegado Guilherme Gustavo Malta de Santa Cruz Pernambuco, de 53 anos, foi encontrado sem vida nesta quinta-feira (28) em um condomínio localizado na região de Buraquinho, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador.

Natural de Recife, Guilherme Gustavo Malta de Santa Cruz Pernambuco ingressou na Polícia Civil da Bahia em 2001 e dedicou grande parte da vida profissional à corporação.

Ao longo da carreira, ficou conhecido entre colegas pela postura reservada e pela participação em investigações consideradas complexas, principalmente em ocorrências registradas na região de Lauro de Freitas.

Após a confirmação da morte do delegado, a Polícia Civil da Bahia divulgou uma nota oficial manifestando pesar pela perda do servidor. A instituição também prestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de trabalho, ressaltando a trajetória de mais de 20 anos de atuação na segurança pública do estado.

As causas da morte ainda estão sendo investigadas. O caso passou a ser acompanhado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), enquanto o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde serão realizados exames periciais para auxiliar nas apurações.

Delegado atuava no caso Thamiris

Nos últimos meses, o delegado vinha desempenhando papel de destaque na Polícia Civil ao acompanhar um dos casos de maior repercussão em Lauro de Freitas e no estado: a investigação da morte da adolescente Thamiris dos Santos Pereira, de 14 anos.

À frente da 27ª Delegacia Territorial de Itinga há cerca de uma década, Guilherme era o responsável pela condução das diligências relacionadas ao caso da jovem, que foi encontrada morta após um período de intensas buscas e grande mobilização nas redes sociais e na comunidade local.

Caso passou a ter grande repercussão

A investigação ganhou ampla atenção da população e da imprensa, o que intensificou a cobrança por respostas das autoridades sobre as circunstâncias do crime.

Durante o andamento do caso, o delegado passou a ter seu nome frequentemente citado na cobertura da imprensa baiana, em razão de sua atuação direta nas apurações.

Responsável por conduzir as diligências, Guilherme coordenava a coleta de informações, a realização de oitivas e outros procedimentos investigativos voltados ao esclarecimento do que ocorreu com a adolescente.

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