Em contrapartida, as empresas continuam alegando que investem o tempo todo na melhoria da prestação de serviço e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirma que monitora as operadoras, impondo metas de qualidade na prestação do serviço. Mas, em entrevista ao jornal Folha de Pernambuco, o coordenador geral do Procon-PE, José Rangel, frisou que o aumento da quantidade de reclamações é consequência da má qualidade do serviço de telefonia móvel.
“É evidente que as operadoras não estão oferecendo o serviço como deveria para o consumidor que paga e tem direito”, declarou o dirigente. “A prova é a presença constante dessas empresas no ranking das dez mais reclamadas todos os meses”, complementou.
Segundo a pesquisa, a Claro lidera o ranking das queixas, com 1.509 reclamações no primeiro semestre deste ano. Na segunda posição, está a OI, com 680, seguida da Tim (500) e Vivo (183). Dessa forma, a ordem das posições não se alterou em relação ao mesmo período do ano passado. (Brasik247)
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