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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Sumiço de Levy já preocupa até Freire, do PPS

Recrutado por Dilma Rousseff na diretoria do Bradesco, Joaquim Levy exibiu desenvoltura surpreendente nos seus primeiros dias como do ministro da Fazenda. Revelou um insuspeitado talento para a articulação política. Mudou-se para as manchetes. Jantava e almoçava com parlamentares. Transitava pelo Congresso. Guerreou pelo ajuste fiscal como poucos. Súbito, recolheu-se.
Nesta quarta-feira (08), dia de más notícias na economia, o deputado Roberto Freire notou a ausência do personagem: “Fato estranho acontece no governo Dilma”, anotou Freire no Twitter. “Ministro da Fazenda sumiu. Ajuste, MP do desemprego, inflação, crise econômica e Levy calado, desaparecido.”
Horas depois, Freire retornaria ao Twitter. Os senadores aprovaram a medida provisória que renova a política de reajuste do salário mínimo. Fizeram isso mantendo o enxerto tóxico que a Câmara incluíra na proposta, para estender os reajustes aos aposentados. “E o Levy sumiu”, voltou a estranhar Roberto Freire. “Não tem nada a dizer?”
Veiculada no site da Fazenda, a agenda de Levy informa que o ministro dedicou-se nesta quarta a “despachos internos.” Considerando-se a maré de azar e a infidelidade dos governistas, Levy talvez devesse aproveitar esta sexta-feira para despachar numa encruzilhada, acompanhado de um assessor de umbanda. A essa altura, pode ser a única maneira de trancar o corpo do Tesouro Nacional.
Blog: O Povo com a Notícia