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terça-feira, 5 de maio de 2026

Políticos “filhotes” do Banco Master são investigados em novas frentes da Operação da Polícia Federal

Cinco meses depois do início da primeira fase da Operação Compliance Zero, as investigações da maior fraude bancária da história do Brasil continuam avançando e já geraram novos inquéritos paralelos. Os policiais tentam entender o funcionamento dos chamados “filhotes” do Banco Master.

Segundo a Polícia Federal, o banco era o centro de uma  rede de crimes montada com  fundos de investimento. O dono do banco, Daniel Vorcaro, teria criado uma rede de contatos políticos para manter o esquema funcionando.

As ações da operação levaram à liquidação do Master e de outras instituições ligadas a ele. Os desdobramentos também resultaram na prisão de Vorcaro e, mais recentemente, do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.

Com o tempo, novas informações foram aparecendo. Em janeiro deste ano, a PF abriu um inquérito para investigar a suposta contratação de influenciadores digitais. O objetivo seria defender o Master e atacar o Banco Central (BC) nas redes sociais depois da liquidação do banco.

De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), desde novembro do ano passado foi identificado um volume atípico de publicações nas redes sociais relacionadas ao caso. A investigação é conduzida pela Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (Dicor) e corre em sigilo.

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