Cinco meses depois do início da primeira fase da Operação Compliance Zero, as investigações da maior fraude bancária da história do Brasil continuam avançando e já geraram novos inquéritos paralelos. Os policiais tentam entender o funcionamento dos chamados “filhotes” do Banco Master.
Segundo a Polícia Federal, o banco era o centro de uma rede de crimes montada com fundos de investimento. O dono do banco, Daniel Vorcaro, teria criado uma rede de contatos políticos para manter o esquema funcionando.
As ações da operação levaram à liquidação do Master e de outras instituições ligadas a ele. Os desdobramentos também resultaram na prisão de Vorcaro e, mais recentemente, do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.
Com o tempo, novas informações foram aparecendo. Em janeiro deste ano, a PF abriu um inquérito para investigar a suposta contratação de influenciadores digitais. O objetivo seria defender o Master e atacar o Banco Central (BC) nas redes sociais depois da liquidação do banco.
De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), desde novembro do ano passado foi identificado um volume atípico de publicações nas redes sociais relacionadas ao caso. A investigação é conduzida pela Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (Dicor) e corre em sigilo.
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