Socialite.activate (elemento, 'Widget');

sábado, 26 de setembro de 2026

Interação de Alexandre Pires com líder de esquema milionário de extração ilegal de minério é apontada pela PF


O cantor Alexandre Pires está sendo alvo de uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre o esquema de extração e comercialização ilegal do minério cassiterita, e uma interação nas redes sociais é apontada como indício de participação.

Um comentário do cantor com vários emojis de palminhas em uma publicação de Diego Possebon, considerado o líder da organização criminosa, foi realizado no Instagram, em 12 de abril de 2023. De acordo com o Portal Metrópoles, a publicação do comentário foi um fator levado pelos investigadores.

Na foto que foi tirada durante uma visita ao Santiago Bernabéu, o estádio do Real Madrid (ESP), em Madri, a capital espanhola, estão presentes o sócio da Energisom e também investigado pelo esquema, Alexandre Martins, e a família Possebon.

Reprodução/Redes sociais
Reprodução/Redes sociais

Alvo de investigação

Alexandre Pires foi alvo de duas fases da Operação Disco de Ouro, em dezembro de 2023, e mais recentemente, na última quarta-feira (23). Os dados da PF apontaram que o cantor teria recebido R$ 31 milhões da Metalsur, a empresa que recebeu US$ 20,4 milhões (quase R$ 98,4 milhões na cotação da época).

Os valores teriam sido pagos pela empresa suíça, Gerald Metals Sàrl, por um carregamento de cassiterita. Essa carga nunca foi entregue, e a empresa recebeu um caminhão de brita, fator que originou a investigação.

Na última quarta-feira (23), a defesa do cantor afirmou que a relação com o empresário Matheus Possebon, que é empresário de Diego, esteve restrita à intermediação da venda de shows do artista à época.

“Não houve qualquer outra relação jurídica ou comercial entre Alexandre Pires e Matheus Possebon além daquela diretamente ligada à atividade artística do cantor.”

Acompanhe o Blog O Povo com a Notícia também nas redes sociais, através do Facebook e Instagram