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terça-feira, 3 de março de 2026

Colados nas pesquisas, Lula e Flávio Bolsonaro intensificam ofensiva por palanque em estado-chave na disputa

Minas Gerais tem mais de 16 milhões de eleitores e sempre é um estado muito importante nas eleições para presidente do Brasil. Em uma disputa bem acirrada, como mostram as pesquisas atuais entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que são os favoritos até agora, ter um apoio forte em Minas pode ser decisivo.

Lula tem como preferido o senador Rodrigo Pacheco (PSD), mas precisa convencer ele a aceitar disputar o governo. Isso exige uma negociação complicada em nível nacional. Pacheco não pode concorrer pelo PSD, porque o partido já está organizando a pré-candidatura de Mateus Simões, que é vice do governador Romeu Zema (Novo), para disputar o cargo de governador.

As alternativas para Lula e Pacheco seriam partidos como o MDB ou o União Brasil. Porém, os dois têm grupos que são contra Lula. Pacheco espera que Lula consiga convencer um desses partidos a não apoiar a candidatura de Flávio. Assim, ficaria mais fácil montar um palanque favorável ao PT em Minas.

Essa questão ficou mais alarmante para Lula porque o plano B do PT, que era a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, não vai conseguir deixar o cargo no meio do mandato. A cidade está precisando ser reconstruída depois do desastre causado pelas chuvas.

O Republicanos pretende lançar o senador Cleitinho para o governo de Minas. Ele pontua bem em pesquisas e também tem  proximidade com o grupo político de Flávio, sendo outra opção para o PL.

O partido presidido por Valdemar Costa Neto, porém, também tem na mesa a ideia de uma candidatura própria para garantir palanque seguro a Flávio. Nesse caso, o nome mais falado é o do atual presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe.

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