A escolha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Papudinha, em Brasília, por Flávio Bolsonaro para a disputa presidencial fez com que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que era cotado para ser o candidato bolsonarista, concorra à reeleição no estado.
Partidos aliados pressionam Tarcísio para a escolha dos nomes que irão compor sua chapa. Para vice, estão cotados o atual ocupante do cargo, Felício Ramuth (PSD), o secretário de Governo de São Paulo e presidente do PSD, Gilberto Kassab, além de algum nome do próprio PL.
O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) será o candidato ao Senado, onde o PL busca ampliar bancada. O segundo nome, de acordo com Flávio, será escolhido a partir de novas pesquisas eleitorais e da escuta de lideranças e do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (SP), conforme orientação de Bolsonaro.
No Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) disputa o governo estadual com o apoio do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT). A emedebista Jane Reis, irmã de Washington Reis, presidente do MDB fluminense e ex-prefeito de Duque de Caxias será a candidata a vice.
O presidente nacional da sigla, Baleia Rossi, ressaltou que o partido ainda vai realizar sua convenção. Ele garantiu que o "MDB tem tradição de respeitar as alianças estaduais".
Em Minas Gerais, Lula tenta Rodrigo Pacheco (PSD) ao governo do estado. Já o PL cogita lançar Flávio Roscoe, presidente da Fiemg (Federação das Indústrias de Minas Gerais).
Em São Paulo, o petista quer o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na disputa ao governo. Para o Senado, Lula deve apostar nas ministras Marina Silva e Simone Tebet.
Além de Lula e Flávio, o PSD avalia lançar Ratinho Junior, Eduardo Leite ou Ronaldo Caiado para a presidência da República. Romeu Zema (Novo) deve concorrer, e Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão) aparecem como alternativas.
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