A nova fase da Operação Sem Refinamento, deflagrada nesta sexta-feira (14), recolocou o empresário Ricardo Magro no centro das investigações sobre irregularidades no mercado de combustíveis. Dono do grupo Refit, ele é alvo de mandado de prisão e teve o nome incluído na lista vermelha da Interpol. A mesma ação policial também mira o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.
A ação aprofunda apurações sobre suspeitas de sonegação fiscal em larga escala, lavagem de dinheiro e atuação de organizações criminosas no setor. Empresas ligadas ao grupo são investigadas por movimentar recursos em esquemas de fraude tributária monitorados há anos por órgãos federais.
Ele controla a Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, e mantém negócios também nos Estados Unidos e em Portugal.
O episódio ocorre em meio a debates nos Estados Unidos sobre a possibilidade de classificar facções brasileiras, como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho, como organizações terroristas.
Mais recentemente, empresas ligadas ao grupo Refit foram citadas pelo Ministério Público de São Paulo em investigações sobre adulteração de combustíveis e fraudes fiscais.
Com a nova ofensiva da Polícia Federal, o nome de Ricardo Magro volta a figurar entre os principais investigados em casos envolvendo o setor de combustíveis no país.
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