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quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Autor da facada em Bolsonaro será reavaliado por médicos e pode voltar à sociedade

Adélio Bispo, autor da facada contra Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018, vai passar por um exame psiquiátrico nos próximos dias. A inspeção médica será para averiguar se ele ainda representa risco à sociedade. As informações são do site Metrópoles. 

De acordo com a publicação, dois psicólogos serão responsáveis pela avaliação do nível de periculosidade de Adélio. O exame deve apontar se ele segue apresentando transtornos mentais e se continua sendo perigoso para a sociedade. Além disso, o resultado da inspeção médica deve indicar em quanto tempo Adélio deverá ser submetido a uma nova reavaliação. 

Dependendo do resultado dos exames, o autor da facada contra Bolsonaro pode ser transferido para um hospital de custódia, unidade psiquiátrica voltada para quem cumpre medidas de segurança.

No entanto, se a avaliação médica indicar que Adélio não oferece mais risco à sociedade, ele pode voltar à liberdade, já que ele não cumpre pena, mas uma medida de segurança. Porém, Adélio pode precisar ter um acompanhamento ambulatorial, caso seja determinado pela Justiça.

O prontuário médico de Adélio vem sendo mantido em sigilo. Durante o governo Bolsonaro, a Polícia Federal (PF) tentou acessar os documentos, em meio ao processo eleitoral, mas o pedido foi negado.

Permanência no sistema prisional 

Adélio Bispo foi preso por tentar matar Bolsonaro. Por isso, deve seguir no sistema prisional até, pelo menos, 2038. Ele não responde a nenhuma ação penal, por ser considerado inimputável.

Atualmente, Adélio ocupa uma cela de aproximadamente seis metros quadrados e não recebe visitas de familiares há mais de um ano. Desde que foi preso, ele não leu nenhum livro e não consegue interagir com outros detentos.

Os problemas de saúde de Bolsonaro após a facada 

Desde a facada, Bolsonaro apresenta uma série de problemas de saúde. O atentado exigiu que o ex-presidente passasse por cirurgias de emergência. A última intervenção ocorreu no dia 14 de setembro. 

Além disso, Bolsonaro sofre com crises de soluço, vômito e pressão baixa. 

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