Outros dois casos de violência sexual contra adolescentes cometidos pelos mesmos dois réus suspeitos de cometerem um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro (RJ) e a denúncia veio à tona na última segunda-feira (2).
A mãe de outra jovem procurou a 12ª Delegacia de Polícia (DP-Copacabana) para registrar o caso, que teria acontecido em 2023. De acordo com O Globo, a mãe relatou que a sua filha e vítima tinha 14 anos quando foi abusada sexualmente, além de ter sido agredida física e verbalmente por um grupo de adolescentes.
O delegado titular da 12ª DP, Angelo Lages, apontou que a menina afirmou ter sido abusada por três homens e dois deles eram do grupo identificado no caso de Copacabana. Ainda não se sabe se o terceiro suspeito faz parte do mesmo grupo. A investigação ainda se encontra em estágio inicial.
Emboscada
A segunda vítima que procurou a polícia afirmou ter sofrido o abuso em agosto de 2023, quando tinha 14 anos de idade. À polícia, a mãe da menor disse que o crime foi cometido por três homens, sendo que dois já foram identificados. Sendo eles o menor de idade sem identidade revelada e Mattheus Martins, de 19 anos. A jovem teria sido atraída do mesmo jeito que a outra vítima.
Ela foi convidada para ir até a casa do menor e, ao chegar lá, havia três pessoas na casa. Em depoimento, ela contou que foi para o quarto com o menor e os outros dois homens ficaram na sala. Enquanto ela estava beijando o adolescente, os outros suspeitos batiam na porta.
A polícia revelou que o menor perguntou para a vítima se os amigos podiam entrar e alegou que um deles pagaria uma corrida de carro de aplicativo para ela voltar para casa logo após, com o objetivo de coagi-la a abrir a porta. Depois disso, o menor teria tirado a roupa da vítima “contra sua vontade” e iniciado o abuso.
A vítima ainda contou que os demais homens abaixaram a calça e que Mattheus teria dado um tapa no rosto da vítima e ordenado que ela fizesse sexo oral. A jovem teria sofrido agressões em seu rosto, socos nas costelas durante a violência sexual que durou em torno de uma hora e meia, chorado muito e que os três suspeitos davam risada no momento.
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