A Polícia Militar de São Paulo (PMSP) publicou um decreto nesta quarta-feira (10/6) oficializando a aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso acusado de matar a esposa, e também PM, Gisele Alves Santana.
Desde abril, quando Geraldo Neto foi afastado da PM, a pensão dele continuou sendo paga pela polícia.
O decreto assinado pelo diretor de Inatividade e Pensão Militar, coronel Antonio Thomazelli Júnior, transfere oficialmente o pagamento de pensão dele para a SPPrev, a instituição do Governo do Estado de São Paulo responsável pelas aposentadorias e pensões dos servidores públicos estaduais e militares.
Sendo assim, a partir do mês de julho, Geraldo Leite Neto passará a receber a remuneração não mais pela Polícia Militar, mas sim pela São Paulo Previdência.
Segundo a PM, o valor da pensão poderá ser cortado pela SPPrev caso o tenente-coronel seja condenado pela Justiça Militar à perda de patente pela morte da ex-esposa. Ele enfrenta um processo dentro da corporação, que pode resultar na expulsão oficial da PM e influenciar na perda da aposentadoria.
Caso isso ocorra, ele passará ao regime comum de aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
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