Duas mulheres que foram vítimas de agressões atribuídas ao lutador de MMA Lucas Portela, na quinta-feira (5), deram detalhes sobre os episódios de violência. As vizinhas Dilva e Célia foram entrevistadas pela jornalista Renata Ceribelli e relataram os impactos das agressões sofridas em um condomínio localizado na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro.
É, é o que deixa mais dor não é só a dor do corpo, né, as ferida, mas sim a dor da, da, da alma, do sentimento que fica, né, que a gente tem que tentar, né, é, ver como vai lidar com isso. Muito medo, muito medo que, sei lá, o que poderia ter acontecido, o que pode acontecer". Afirmou Dilva.
O caso ganhou repercussão após imagens de câmeras de segurança registrarem momentos de violência envolvendo o investigado. Os registros mostram a gravidade das agressões e ajudaram a ampliar a repercussão da ocorrência. O comportamento agressivo do suspeito já chamava a atenção dos moradores do condomínio.
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De acordo com o G1, o juiz, que durante a audiência converteu a prisão preventiva em temporária, escreveu na ata que o preso não aparenta ter nenhum transtorno mental. Lucas segue preso na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
A entrevista conduzida por Renata Ceribelli deu visibilidade aos relatos das mulheres e trouxe novos detalhes sobre um caso que assustou moradores da região.
A investigação busca esclarecer as circunstâncias das ocorrências e a responsabilidade do suspeito pelos crimes atribuídos a ele.
As vítimas do ataque violento cometido por um lutador de jiu-jítsu, no bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro, manifestaram medo e o desejo de que a Justiça seja feita contra o agressor. Identificadas como Célia, de 81 anos, e Dilva, de 40, as mulheres concederam entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo.
Nos relatos, ambas mostraram as marcas físicas e emocionais deixadas pela violência e cobraram a responsabilização do agressor, Lucas Portela Fontana Gomes. Aos 32 anos de idade, o lutador já possuía um histórico problemático, envolvendo sucessivas brigas e uso desenfreado de anabolizantes.
Na noite da quinta-feira (5), o agressor, que era vizinho das vítimas, invadiu o apartamento de Célia e, em seguida, agrediu Dilva com mais de 30 socos no elevador do condomínio moravam.
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