A Polícia Civil de São Paulo pediu à Justiça a prisão do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito de matar a esposa, Gisele Alves Santana, com um tiro na cabeça.
O pedido foi feito nesta terça-feira (17), com o aval do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), mas até o momento a Justiça não se pronunciou.
Gisele, que também era policial militar, foi encontrada baleada no apartamento do casal, em São Paulo, no dia 18 de fevereiro. Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio e depois, sob contestações da família, como morte suspeita.
O corpo da PM passou por exumação e exames no Instituto Médico-Legal (IML). Os laudos apontaram lesões no rosto e no pescoço de Gisele. Ainda de acordo com peritos, existem evidências de que a vítima tenha desmaiado antes de ser baleada.
Além disso, outros pontos chamaram atenção na investigação. Uma vizinha, por exemplo, relatou em depoimento ter acordado por volta das 7h28 com um estampido forte vindo do apartamento do casal. Isso teria acontecido cerca de 30 minutos antes de Geraldo ter ligado para o serviço de emergência. Ele foi encontrado por socorristas no corredor do edifício, enquanto a vítima estava na sala.
Outro ponto que chamou atenção na investigação foi o posicionamento da arma. Segundo um dos socorristas, ela parecia estar "bem encaixada" na mão da vítima, do que não é comum em casos de suicídio. Por isso, o profissional decidiu fotografá-la. As informações são do G1.
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