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sábado, 7 de março de 2026

Sede de empresas que colocaram R$ 3 milhões no bolso de Lulinha está vazia

Duas empresas ligadas a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, enviaram mais de R$ 3 milhões para as contas bancárias dele. Mas essas empresas não funcionam no endereço onde estão registradas oficialmente.

O jornal Metrópoles visitou o prédio comercial na zona oeste de São Paulo na quinta-feira (5). As empresas LLF Tech Participações e G4 Entretenimento e Tecnologia estão cadastradas na Junta Comercial. No local, informaram que as salas estão vazias e desocupadas há sete meses.

Antes de ficarem vazias, essas salas abrigavam uma certificadora digital e uma organização social que oferecia serviços de saúde.

De acordo com os registros das empresas, a atividade principal delas é “suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação”.

Os dados vieram da quebra de sigilo bancário de Lulinha, enviados à CPMI do INSS e revelados pela coluna de Andreza Matais. Segundo esses registros, a LLF Tech Participações transferiu R$ 2,37 milhões para Lulinha, e a G4 Entretenimento e Tecnologia enviou R$ 772 mil. As transferências foram feitas entre 2022 e 2025.

A defesa de Lulinha explica que o endereço é usado apenas para recebimento e encaminhamento de correspondências.

“A empresa LLF Tech não possui escritório externo e sua sede sempre foi a residência de Fábio Luís, alterada somente após sua mudança para o exterior. A empresa G4 não está mais em atividade, mas possui créditos judicializados a receber, que quando são pagos, são distribuídos”, diz o advogado Guilherme Suguimori em nota.

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