O grupo Prerrogativas e o deputado federal Rogério Correia (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara, entraram com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pedem a abertura de uma investigação sobre o financiamento do filme Dark Horse.
O longa retrata a trajetória política de Jair Bolsonaro (PL) e teria recebido R$ 61 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, após pedido do senador Flávio Bolsonaro.
Correia e os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida afirmam no documento que o filme, previsto para estrear em setembro, um mês antes das eleições presidenciais, pode funcionar como uma “peça de comunicação política de enorme impacto”, o que configuraria propaganda eleitoral financiada com recursos milionários de “origem suspeita”.
Os autores da ação argumentam ainda que há indícios de triangulação internacional, possível caixa dois, lavagem de dinheiro e doação empresarial indireta. Eles alegam contradições sobre quem teria recebido efetivamente os recursos enviados por Vorcaro para o filme. As informações são do InfoMoney.
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