A arquiteta cearense Kaline Macedo, de 33 anos, descobriu durante o velório do namorado, no último sábado (25), em Fortaleza (CE), que ele mantinha outros relacionamentos ao mesmo tempo.
Após 13 anos de relação, ela soube que outras mulheres também se apresentavam como namoradas do homem, de 41 anos, e relatou nas redes sociais o choque ao descobrir as traições durante a cerimônia de despedida.
“Minha mãe encontrou uma mulher, começaram a conversar e minha mãe disse que estava no velório do genro dela. Já essa mulher falou que estava no velório do namorado da amiga dela, eles estavam juntos há três anos. Aí minha mãe disse o nome, e a mulher falou: ah, então você é mãe de fulana? E minha mãe respondeu: não, eu sou mãe de Kaline”, contou a arquiteta em um vídeo publicado no TikTok.
Para evitar aumentar o sofrimento da filha naquele momento, a mãe decidiu não revelar a descoberta durante o enterro. Depois, chamou uma amiga de Kaline para ajudar a investigar a situação.
Em um dos relatos, a arquiteta afirmou ter questionado a mulher após descobrir a traição. “Ele me traiu com você por três anos então?”, disse.
Kaline também contou que outra mulher, que teria sido estagiária do falecido, reuniu informações sobre os relacionamentos dele em um dossiê. Por meio desse material, ela descobriu detalhes sobre os últimos momentos do companheiro.
“Ele morreu enquanto voltava de uma viagem com uma amante de 19 anos; ele tinha 41”, afirmou.
“No velório dele a gente descobriu que ele era um mitomaníaco manipulador”, afirmou. Em outro trecho, ela disse: “Ele não era quem eu achava que era”.
Após o velório, Kaline contou que ela e outras mulheres passaram a trocar mensagens para comparar as versões que haviam ouvido do homem durante os relacionamentos.
“Lá, souberam que ele tinha outras duas mulheres além de mim. Descobriram uma que estava namorando com ele há três anos, e outra de apenas alguns meses. No dia em que ele morreu, os amigos ficaram zombando, porque iriam ter três viúvas no velório. Era como se ele ficasse feliz vendo que eu não conseguia perceber, se gabando por eu ser besta”, relatou.
“No início do namoro, ele era um cara muito amoroso, atencioso e carinhoso, mas fui percebendo aos poucos suas invenções, mas não queria gerar confusão. Acreditava que, como não era nada muito absurdo, poderia relevar”, explicou.
Ela também afirmou que tentou terminar a relação após nove anos, mas que ele não aceitava a separação. Segundo Kaline, o homem chegou a instalar um aplicativo de controle parental no celular dela para acompanhar mensagens e localização.
Após a morte do companheiro, ela contou que teve sentimentos contraditórios. “Tinha sentimentos conflitantes dentro de mim. Quando ele morreu, senti certo alívio, porque não tinha mais o controle parental dele no meu celular e nem haveria mais perseguições. Me senti um lixo por ter ficado aliviada pela morte da pessoa com quem eu estava há 12 anos”, desabafou.
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