Dilma Rousseff é aguardada no sertão de Alagoas para o evento de inauguração de mais 20 km do Canal do Sertão, maior obra hídrica do PAC em Alagoas.
O terceiro trecho já está pronto há mais de um mês e, com ele, serão 92 km contínuos de canal para levar água à região atingida pela seca.
Mesmo com a escassez de pautas positivas e a baixa de popularidade de Dilma, o Planalto já adiou por três vezes o evento –rara chance de inaugurar algo enquanto a maioria das obras está parada.
Enquanto isso, lançada pelo governo há cerca de dois meses como a solução para resolver a complicada questão do déficit de geração das hidrelétricas, a medida provisória 688 pode ser mais um tiro n’água na área de energia.
A proposta do governo visa compensar as empresas que operam hidrelétricas por perdas financeiras decorrentes de uma menor geração dessas usinas, causada pela seca dos últimos dois anos, mas até agora nenhuma geradora aderiu.
A MP também prevê o leilão das concessões das usinas da Cesp, Cemig e Copel, cujo objetivo é de arrecadar R$ 17 bilhões para ajudar a fechar a conta do governo. (Via: Folha de S.Paulo - Radar - Vera Magalhães)
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