O
asteroide 2013FK passará bem próximo a Terra, neste domingo (05), de acordo com
o Observatório Nacional, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações
e Comunicações. Mesmo com a proximidade do objeto, os especialistas garantem
que não há risco de colisão com o planeta.
O corpo celeste atravessará a
2,7 milhões quilômetros do planeta, segundo os cientistas. O Observatório
Astronômico vai monitorar a passagem do objeto por meio de um telescópio
instalado no município de Itacuruba, no Sertão de Pernambuco, a 466 quilômetros
do Recife. Os especialistas dizem que a proposta da observação é estudar as
propriedades físicas do asteroide.
Outros asteroides vão passar
próximos a Terra
Outros corpos celestes também
vão passar próximo ao planeta ainda este ano. No dia 23 de setembro, a 153 mil quilômetros
de distância, o objeto será menor, de 11 metros de diâmetro. Já no dia 12 de
outubro, outro objeto, dessa vez com 19 metros de diâmetro, chegará ainda mais
perto: 38.400 quilômetros da superfície do planeta.
Astrônomo diz que asteroide
pode destruir a Terra em fevereiro
A Nasa contou que o cometa
C/2016 U1 (Neowise) chegou, em 14 de janeiro deste ano, bem próximo em relação
à Terra nas imediações do Sol. Já o asteroide 2016WF9 está previsto para passar
próximo ao planeta , no dia 16 de fevereiro de 2017, podendo causar uma grande
destruição, de acordo com o especialista em astronomia Dyomin Damir Zakharovich
entrevistado por um jornal britânico.
Uma possível colisão do objeto
com a Terra daria o fim a atual civilização , provocando um grande tsunami,
segundo o cientista. Por outro lado, a Nasa diz que a proximidade do corpo
celeste não representa perigo ao planeta.
Os astrônomos ainda não sabem a
origem do 2016WF9 com precisão, nem determinaram se o objeto é um asteroide ou
um cometa sem nuvem de poeira. Ainda de acordo com os especialistas, o corpo
celeste tem pelo menos um quilômetro de diâmetro, visto pela última vez no dia
27 de novembro de 2016.
Asteroide passou 'raspando' na
Terra
O asteroide 2017 BH30 passou
'raspando' na atmosfera da Terra, na última segunda-feira (30), de acordo com
os astrônomos do observatório Catalina Sky Survey, no Arizona, Estados Unidos.
A distância entre o planeta e o objeto foi de 65 mil quilômetros, diferença que
representa uma distância seis vezes menor do que a Terra em relação à lua. A
informação foi divulgada pelo Centro de Pequenos Planetas da União Astronômica
Internacional.
"O asteroide aproximou-se
da Terra às 08h do horário de Moscou [3h da manhã de Brasília] e provavelmente
os astrônomos amadores podem ter tirado fotos dele", contou um pesquisador
da entidade. Os especialistas em astronomia calculam que o tamanho do corpo
celeste tinha, aproximadamente, dez metros de diâmetro.
Raros asteroides acabariam com
a Terra
Segundo os astrônomos, são
raros os grandes asteroides com poder de acabar com a atual civilização. A Nasa
ameniza ao dizer que a probabilidade de um deles atingir a Terra é de um em
cada 50 ou 60 milhões de anos. Depois de um asteroide exterminar os
dinossauros, muitas pessoas ainda pensam que o próximo poderá acabar de uma vez
a Terra.
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