É coisa do passado, no País onde reina o
oportunismo, a exigência legal e moral de licença sem vencimentos, pelo prazo
máximo de dois anos, para qualquer servidor público que faça opção de residir
no exterior. Hoje, somente na Defensoria Pública da União (DPU), servidores
ganharam a loteria no Canadá, na Suíça e até no longínquo Timor-Leste de
“trabalhar à distância”, sem prejuízos dos vencimentos. A informação é do
Diário do Poder.
Com
aval da chefia, o defensor público Felipe Dezorzi Borges vive em Otawa, Canadá,
levando R$30 mil por mês para atuar “à distância”.
Antes
da temporada na capital canadense, o defensor público vivia no paraíso de
Bridgetown, capital da ilha caribenha de Barbados.
A DPU
diz que afastamentos são autorizados com base no direito de “acompanhar cônjuge
removido no interesse da Administração”.
O
servidor das diversas esferas de governo pode tirar licenças médica,
maternidade, paternidade e prêmio. Mas nada de morar no exterior.
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