O hino brasileiro, que costuma arrepiar os torcedores brasileiros durante a Copa do Mundo, apareceu em uma posição bem privilegiada no ranking entre as 48 seleções participantes da atual edição do torneio.
A pesquisa foi publicada nesta sexta-feira (19) pelo The Athletic, que é a ala esportiva do renomado The New York Times, após a conclusão da primeira rodada do torneio. De acordo com a publicação, o hino brasileiro foi classificado como “obra-prima” e foi eleito o melhor desta Copa.
Os principais elogios à letra de Joaquim Osório Duque Estrada e a melodia de Francisco Manoel da Silva destacam a introdução de 28 segundos. A publicação aponta que em 1min e 48 segundos, são ditas muitas palavras cantadas em um ritmo acelerado, e destaca os trechos "não temer a batalha", "um colosso destemido" e "pátria amada".
A emoção recebeu 9/10 e o período eleito como o mais marcante foi: "Brasil, um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança à terra desce". Além do termo, a publicação aponta que a análise focou em encontrar canções que fossem emocionantes e apaixonadas, que envolvessem jogadores e torcedores.
Quais hinos foram detonados?
O hino do Inglaterra ficou no último lugar, pois foi considerado como horrível, com uma “pompa cerimonial enfadonha”, e com uma melodia que é muito arrastada.
O da Jordânia foi classificado como repetitivo e que é cantado pelos atletas de forma desafinada. Os hinos da Espanha e Bósnia e Herzegovina foram detonados por não terem letra.
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