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quinta-feira, 19 de março de 2026

Bolsa Atirador: proposta quer pagar jovens para fazerem curso de tiro; entenda

Alguns Projetos de Lei são protocolados e fazem barulho desde o primeiro dia. É o caso do PL nº 1247/2026, apresentado nesta quarta-feira (18) pelo deputado Capitão Augusto (PL-SP), que cria o chamado Programa Nacional Bolsa Atirador.

A proposta prevê incentivo financeiro mensal de R$ 600 para jovens que participarem de cursos de Tiros de Guerra e outras modalidades de formação ligadas às Forças Armadas, com a promessa de fortalecer disciplina, qualificação e inserção social. 

Na justificativa, o parlamentar sustenta que investir na juventude é uma prioridade estratégica e defende o programa como uma resposta direta a esse desafio. Segundo ele, a iniciativa pode ajudar a reduzir a vulnerabilidade de jovens ao crime organizado, ao oferecer rotina, formação e perspectiva de futuro.

"A associação entre ociosidade juvenil e criminalidade é amplamente documentada pela criminologia; o Bolsa Atirador atua diretamente nesse nexo ao proporcionar ocupação, disciplina e perspectiva de futuro", diz o texto.

Outro ponto que chama atenção é o recorte social proposto. O texto estabelece prioridade para filhos de policiais e bombeiros mortos ou incapacitados em serviço, como forma de reconhecimento às famílias de agentes de segurança.

O dispositivo que prioriza filhos de policiais e bombeiros mortos ou incapacitados em serviço é um reconhecimento simbólico e material à família dos agentes de segurança pública que sacrificaram suas vidas pela sociedade", diz a proposta.

Por fim, o texto do Capitão indica que a execução do Programa está condicionada à
disponibilidade orçamentária e permite a participação de estados e municípios
como cofinanciadores, distribuindo o custeio da bolsa.

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