As pessoas que estão privadas de liberdade no Brasil, algumas delas possuem alguns benefícios durante o cumprimento da pena a depender do crime cometido. Um levantamento feito pelo G1 aponta que, dos 46 mil custodiados em todo o país, mais de 2 mil não retornaram para os presídios. Do total 44,5 mil se reapresentaram.
Outros 1,9 mil não se apresentaram e são considerados foragidos o que representa 4% do total. Ainda de acordo com o G1, Paraná e Rondônia não informaram a quantidade de presos que voltaram para os presídios. Minas Gerais não informou nem quantos saíram, nem quantos voltaram.
Em oito estados, não há saidinha: Acre, Alagoas, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O Rio de Janeiro, segundo o levantamento, é o estado com a maior proporção (14%) de presos que não retornaram.
Foram liberados temporariamente 1.868 detentos, dos quais 269 não voltaram. Na Bahia e no Espírito Santo, 8% dos presos com saidinha não se apresentaram.
O estado de São Paulo tem o maior número absoluto, com 1.131 presos foragidos ente os 29,2 mil liberados no fim do ano — o que dá 4% do total. Tocantins é o único estado em que todos os 177 presos voltaram para as cadeias.
A saidinha traz benefícios aos que estão cumprindo pena em regime semiaberto – que trabalham durante o dia em colônia agrícola ou industrial, ou que estudam. O benefício não é concedido a quem cometeu crimes hediondos ou com grave ameaça e violência, como assassinato.
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