O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu revogar a liminar do habeas corpus que determinou a liberdade de Oruam. De acordo com informações da colunista Fábia Oliveira, a decisão ocorreu após o rapper violar as condições de uso da tornozeleira eletrônica.
Oruam teria comprometido a fiscalização das medidas cautelares ao violar a tornozeleira 28 vezes. Ainda segundo a colunista, o aparelho chegou a ficar mais de 9h inoperante. Em uma semana, foram registrados 8 incidentes, além de outros dias em que a tornozeleira ficou sem operar por mais de 2h, 6h e 7h.
O Ministério Público do Rio de Janeiro percebeu que os momentos em que a tornozeleira ficava desativa eram entre 20h e 6h, principalmente nos finais de semana. O comportamento de Oruam foi interpretado como uma tentativa de burlar a ordem judicial.
Prisão preventiva
Com a análise do comportamento do rapper e a interferência no aparelho, o Ministério Público Federal optou pela prisão preventiva de Oruam. A defesa do cantor, no entanto, afirma que ele apenas teve "problemas de carregamento de bateria" da tornozeleira.
No entanto, o relator reforçou a necessidade da prisão preventiva de Oruam para assegurar o cumprimento de todo o processo penal contra o cantor, mostrando a credibilidade do Poder Judiciário.
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