O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou, nesta quinta-feira (28), o esquema de segurança reforçado que irá adotar durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que ocorre entre os dias 2 e 12 de setembro.
As ações de segurança do STF estão sendo desenvolvidas em parceria com a Secretária de Segurança Pública do Distrito Federal. Entre as medidas de segurança está o fechamento da praça dos três poderes, a presença de cães farejadores, uso de drones e detectores de metais.
O tribunal convocou todo o seu efetivo de segurança para atuar durante os dias de julgamento, assim como a secretaria que aumentou o número de agentes para fazer a segurança do Supremo. O efetivo irá trabalhar em turnos de 24 horas. Ainda ocorrerão ações nas casas dos ministros da Corte, a fim de garantir sua segurança.
“Além das equipes de policiais judiciais do Supremo, haverá uma força-tarefa composta por policiais judiciais do Distrito Federal e de outros. As equipes de segurança trabalham 24 horas / 7 dias na semana. A partir desse planejamento e da atualização constante das análises de risco, o STF adapta os meios e estratégias de atuação para garantir a segurança institucional e do público envolvido”, declarou o STF em nota.
Ainda serão convocados agentes de segurança do Superior Tribunal de Justiça (STJ); do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT); do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já a polícia militar do DF intensifica a presença de viaturas nos arredores do STF.
Julgamento de Bolsonaro.
Jair Bolsonaro será julgado como parte do núcleo crucial da trama golpista juntamente a aliados, como o tenente-coronel Mauro Cid, Alexandre Ramagem (PL) e o general Augusto Heleno. As datas do julgamento ocorrerão nos dias 2, 3, 9, 10 e 12.
O juri do julgamento será composto pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Luiz Fux e Criatiano Zanin.
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