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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

“Se macumba funcionasse, a Bahia era Dubai”, diz Pablo Marçal ao atacar religões de matriz africana

O ex-candidato ao Palácio do Planalto, Pablo Marçal, que teve a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral, atacou religiões de matriz africana durante uma entrevista ao canal BNTV. Ao ser questionado se teria medo de "macumbaria", ele respondeu que "se macumba funcionasse, a Bahia era Dubai". A declaração gerou forte repercussão nas redes sociais.

Na conversa, Marçal seguiu ofendendo os praticantes das religiões, ligando a fé à falta de sucesso pessoal e financeiro. No auge de um dos ataques, ele associou os praticantes ao fracasso e à inveja.

Todo macumbeiro é um derrotado na vida. É gente invejosa e que não prospera", declarou.

Pablo Marçal também criticou pessoas que, segundo ele, recorrem a 'esse tipo de prática religiosa' com o objetivo de prejudicar pessoas que tiveram êxito financeiro. 

Candidatura barrada

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador José Antonio Encinas Manfré, negou os recursos especiais eleitorais da defesa de Pablo Marçal (PRTB). A decisão manteve a condenação do ex-candidato a prefeito de São Paulo por uso indevido dos meios de comunicação social durante a campanha de 2024.

Com a rejeição dos recursos, fica mantida a inelegibilidade de Marçal pelo prazo de oito anos e ele não pode disputar cargos públicos até 2032. O processo ocorreu em relação a monetização e a transmissão de conteúdos durante o período eleitoral por meio de perfis em redes sociais.

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