A comissão do SINPOL foi recebida, protocolarmente, na noite desta quinta-feira (19), pelo representante do Governo, o Sr. Adilson Gomes Filho, no Palácio do Campo das Princesas, onde foi entregue um documento reiterando a pauta da categoria, que o Governo já tem em mãos há bastante tempo.
No documento, o sindicato pede
o fim da clandestinidade funcional para que a base possa atender mais e melhor
a população, além da diminuição do abismo salarial existente entre a base
(agentes, comissários e escrivães e correlatos) e os delegados de polícia, além
das reivindicações estruturais.
A categoria também entregou
formalmente as cotas do PJES (Programa de Jornada Extra de Segurança), que é a
jornada extra do Policial Civil, mas que não é pago como hora-extra. Isso
significa, na prática, que a Polícia Civil, a partir de outubro, terá uma baixa
em 50% de seu efetivo. O PJES é responsável pela abertura dos plantões em todo
o Estado de Pernambuco.
Em seguida, ainda à noite, a
categoria realizou uma assembleia com a presença de mais de 2 mil Policiais
Civis, na frente do Palácio, onde decidiram, diante da inexistência de
construção de algo concreto sobre a pauta da categoria, dar um passo à mais nas
mobilizações, deflagrando assim, o “Setembro de Lockdown da Polícia Civil”,
onde serão realizadas paralisações durante o mês de setembro. Essas
paralisações serão anunciadas em breve pela categoria.
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