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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Criminoso ligado à morte de Mãe Bernadete morre em confronto com o Bope

Um homem identificado como Marílio dos Santos, conhecido no mundo do crime como "Maquinista" ou "Gordo", morreu após trocar tiros com policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), na madrugada desta quinta-feira (16), em Catu, na Região Metropolitana de Salvador.

De acordo com as investigações, Maquinista, que estampava a carta "Ás de Ouros" do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), foi condenado por ter ordenado o assassinato da líder quilombola Mãe Bernadete.

O homem estava foragido da Justiça por homicídio e foi localizado durante uma operação policial na zona rural da cidade. Segundo a Polícia Militar, ao perceber a aproximação das equipes, ele teria atirado contra os agentes, dando início a um confronto.

Marílio foi baleado, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele, os policiais apreenderam uma arma de fogo e munições.

Condenação

Na terça-feira (14), Marílio havia sido condenado 29 anos e 9 meses de prisão pela morte da líder quilombola Mãe Bernadete. Apesar de foragido, a Justiça determinou que ele fosse a júri popular pois tinha advogado constituído.

Chefe do tráfico de drogas de Catu, Maquinista teria ordenado o assassinato por causa da oposição que ela fazia às ações criminosas do grupo. 

Além de Marílio, Arielson da Conceição dos Santos também foi condenado e julgado por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel, com impossibilidade de defesa da vítima e utilização de arma de uso restrito.

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