O
governo interino do presidente e Michel Temer não concedeu o reajuste de 9%
previsto para este mês aos beneficiários do Bolsa Família. A informação foi
confirmada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, responsável
pela gestão do programa, que atende 13,9 milhões de famílias no país -- sendo
metade delas no Nordeste.
O anúncio do reajuste aos beneficiários foi feito pela
presidente Dilma Rousseff durante ato no dia 1º de maio, em São Paulo,
poucos dias antes de ser afastada pelo Senado.
"O governo Dilma ficou dois anos sem dar reajuste no Bolsa
Família. Estamos fazendo uma avaliação nos cortes promovidos pelo governo
anterior, que chegam a R$ 1,6 bilhão, para poder conceder o reajuste",
informou o ministério. O texto diz ainda que não há data para a conclusão de
estudos sobre as possibilidades de reajuste do benefício.
Apesar da promessa da promessa de reajuste feita enquanto ainda
exercia o cargo, Dilma não editou decreto autorizando e determinando o reajuste
no benefício. O presidente interino, Michel Temer também não editou decreto
nesse sentido.
O pagamento do benefício do mês de junho começou nesta
sexta-feira (17), contemplando as famílias com número final de inscrição
"1". Ao todo, o pagamento do programa social ocorre em dez datas
diferentes. Este mês, o calendário oficial vai até o dia 30 de junho, quando
são pagos os beneficiários com número final "0".
O governo interino do presidente e Michel Temer não concedeu o
reajuste de 9% previsto para este mês aos beneficiários do Bolsa Família. A
informação foi confirmada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário,
responsável pela gestão do programa, que atende 13,9 milhões de famílias no
país -- sendo metade delas no Nordeste.
O anúncio do reajuste aos beneficiários foi feito pela presidente
Dilma Rousseff durante ato no dia 1º de maio, em São Paulo, poucos dias
antes de ser afastada pelo Senado.
"O governo Dilma ficou dois anos sem dar reajuste no Bolsa
Família. Estamos fazendo uma avaliação nos cortes promovidos pelo governo
anterior, que chegam a R$ 1,6 bilhão, para poder conceder o reajuste",
informou o ministério em nota. O texto diz ainda que não há data para a
conclusão de estudos sobre as possibilidades de reajuste do benefício.
Apesar da promessa da promessa de reajuste feita enquanto ainda
exercia o cargo, Dilma não editou decreto autorizando e determinando o reajuste
no benefício. O presidente interino, Michel Temer também não editou decreto
nesse sentido.
O pagamento do benefício do mês de junho começou nesta
sexta-feira (17), contemplando as famílias com número final de inscrição
"1". Ao todo, o pagamento do programa social ocorre em dez datas
diferentes. Este mês, o calendário oficial vai até o dia 30 de junho, quando
são pagos os beneficiários com número final "0". (Via: UOL)
Blog: O Povo com a Notícia
