Segundo o líder comunitário e um dos principais articuladores do movimento, Lucimário Diniz, o protesto foi de cunho pacífico. “Informamos todos os órgãos sobre a nossa mobilização”, reiterou.
Uma das principais solicitações diz respeito ao posto de saúde do Roçado, que já se encontra desativado há mais de ano por falta de médico e, sobretudo, porque não há um técnico da área que acompanhe o atendimento dos pacientes. Por conta disso, quem precisa dos serviços é obrigado a se deslocar a outras comunidades. O abastecimento d’água .
O líder comunitário informa que a única caixa d’água, construída há mais de 10 anos, era destinada a atender 60 famílias, mas de lá para cá o Roçado já possui cerca de 200 famílias – o que tem inviabilizado o atendimento. “Já reivindicamos a construção de outra caixa d’água, o projeto já está na Codevasf, mas não sai do papel”, lamenta.
Diniz revela ainda que a Companhia iniciou a construção recentemente de uma quadra poliesportiva na comunidade. Porém as obras mal começaram e foram paralisadas. Os moradores esperavam por explicações no movimento de hoje, mas o líder comunitário lamentou que nenhum representante do órgão federal, nem do município, tivesse comparecido ao Roçado. “Enviamos ofícios para todos”,garantiu Diniz. A Polícia Militar foi acionada ao local para monitorar o movimento, mas os moradores decidiram liberar a pista por volta das 10h de hoje. A reportagem tentará um contato com a Codesvasf e a prefeitura sobre as reivindicações dos moradores. (Blog do Carlos Britto)
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