Manifestantes já receberam o comunicado do TJPE sobre a ilegalidade da greve, iniciada desde a última terça-feira (13). De acordo com a diretoria de comunicação da Associação dos Praças de Pernambuco (Aspra-PE), por volta das 16h desta quinta-feira, haverá uma reunião para ser decidido os rumos da paralisação. "O aquartelamento continua", garante o subtenente e diretor de comunicação da Aspra, Ricardo Lima.
Segundo o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, além da Força Nacional, Pernambuco também recebeu reforço do Exército. "O Governo do Estado não terá nenhum canal de negociação com os policiais miliates".
Em entrevista à Rádio Jornal, no programa de Geraldo Freire, o advogado trabalhista Marcos Alencar explicou que todos os funcionários, inclusive os policiais, têm o direito de realizar greves garantido pela constituição. Porém, quando se trata de serviços essenciais, a ação que atende diretamente à população não pode ser suspensa.
Apenas serviços como o administrativo podem parar totalmente. “Acredito que o fato do serviço ser suspenso por completo levou a decretação de ilegalidade”, afirma Marcos Alencar. A penalidade nesses casos é dirigida tanto para quem liderou quanto para quem aderiu. As penas vão desde multas até a perda dos cargos (exoneração). (JC Onlie)
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