Nicolás Maduro está preso no Metropolitan Detention Center (MDC), em Brooklyn, Nova York. Ele foi capturado e removido do poder em uma operação militar dos Estados Unidos, no último sábado (03).
Hoje, às 12h (horário local, 14h em Brasília), ele será levado ao Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan. Maduro será informado das acusações contra ele. Se for condenado, pode pegar penas de 10 anos de prisão até prisão perpétua.
No documento de 25 páginas, o promotor Jay Clayton atribui a Maduro quatro crimes: conspiração de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, uso e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos em crime de tráfico e conspiração para possuir metralhadoras e dispositivos destrutivos.
Segundo a acusação, os delitos foram cometidos "desde pelo menos 1999 até 2025".
Além de Maduro, Jay Clayton denuncia a primeira-dama e venezuelana Cilia Flores; o deputado Nicolás Ernesto Maduro Guerra, o "Nicolasito", filho de Maduro com a primeira mulher, o ministro Diosdado Cabello Rondón e o ex-ministro Ramón Rodríguez Chacín.
Também foi associado ao grupo o traficante Hector Rusthenford Guerrero Flores.
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