O Riacho do Navio é
um curso de água intermitente
e afluente do rio Pajeú,
que atravessa o sertão pernambucano.
Sua fama se deve à música "Riacho do Navio", composta pelo Rei do
Baião Luiz Gonzaga em
parceria com Zé Dantas.
O riacho recebe esse nome por causa de uma pedra localizada
na Fazenda Algodões, na zona rural de Floresta,
que dizem lembrar um navio.
Há quem diga que o pai de Luiz Gonzaga, Januário, é natural
de Floresta e
que Luiz, uma vez tendo passado pela cidade, fez essa música em sua homenagem e
ao Riacho do Navio. Esta música propõe a filosofia de voltar para o simples,
quando sugere que "se fosse um peixe" trocaria o imenso mar pela
simplicidade do riacho do Navio; mas, para isso, o tal peixe mencionado na
música teria, para tanto, o desafio de nadar contra as águas. Contudo, ao
chegar no riacho, teria vida simples em seu "ranchinho".
Luiz Gonzaga também canta a cidade de Floresta na música
"Meu Pajeú", onde ele menciona a saudade que tem pelo Nordeste
enquanto vive no Sul, mas no dia em que voltar fará uma seresta e irá rezar uma
novena ao Bom Jesus dos Aflitos, padroeiro de Floresta.