O secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo, declarou nesta segunda-feira (17), que o tiroteio em Paraisópolis, próximo ao evento de Tarcísio de Freitas (Republicanos), não teria sido um atentado contra o candidato, de acordo com informações preliminares.
Coronel Ronaldo Miguel Vieira, comandante-geral da Polícia Militar, confirmou que o confronto foi provocado por criminosos que estavam, em tese, incomodados com o policiamento na região. De acordo com o coronel, não houve disparos contra o imóvel em que estava o ex-ministro, mas sim contra uma van escolar nas proximidades.
“Os efeitos colaterais (troca de tiros) foram provocados pelos marginais que investiram contra a polícia. Eram motos, com oito indivíduos, dois deles portando com armas longas, que tiveram resposta da polícia”, afirmou Vieira.
Não houve presos. O suspeito morto estava armado com uma pistola e fazia parte do grupo de oito suspeitos. Os demais fugiram.
Fernando Haddad (PT), adversário de Tarcísio no segundo turno, repudiou o caso: “Eu estou sabendo por você (jornalista). Eu não tenho conhecimento disso. Eu repudio toda e qualquer forma de violência”. O petista declarou que, após o ocorrido, mandou uma mensagem pelo WhatsApp a Tarcísio, porém, não obteve resposta.
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