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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

REVIRAVOLTA! Mulher admite fake news sobre espancamento do cão Orelha; saiba detalhes

Uma mulher admitiu que teria divulgado informações falsas nas redes sociais de que o cachorro Orelha teria sido espancado por adolescentes e afirmou que errou em divulgar o conteúdo sem confirmação. A declaração aconteceu em entrevista que foi ao ar neste domingo (8), no Fantástico, da TV Globo.

De acordo com a mulher, a postagem realizada nas redes teria sido baseada apenas em um comentário feito por uma conhecida e que jamais teve acesso a qualquer vídeo que comprovasse a agressão.

O relato indica que ela teria escutado de uma amiga que um porteiro registrou em vídeo adolescentes agredindo o animal e que o funcionário ainda teria sido coagido por familiares dos jovens para não divulgar as imagens.

A informação foi compartilhada sem checagem e ganhou grande repercussão nas redes, levando inclusive a ameaças contra os jovens apontados como suspeitas. A Polícia Civil ouviu a mulher, que confirmou que não viu nenhum vídeo.

Na entrevista, a responsável pela postagem disse que tudo teria começado a fugir do controle quando começaram a pedir punição e represálias contra os menores de idade. A delegada Mardjoli Adorian Valcareggi, responsável pela investigação, afirmou que a polícia nunca confirmou a versão de que o animal teria sido espancado até a morte pelos adolescentes. 

Vale destacar que, mesmo com a informação falsa, a polícia confirma que Orelha realmente teria sofrido agressão física. O depoimento do veterinário responsável pelo atendimento aponta que o cachorro foi atingido por uma pancada na cabeça, possivelmente com um objeto de madeira ou uma garrafa.

A agressão teria acontecido dois dias de Orelha ser examinado e evoluiu provocando a morte do animal no dia 5 de janeiro. No momento da consulta, o cão apresentava um inchaço significativo na região da cabeça.

O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias da agressão e identificar o responsável pela morte do animal. A polícia ainda reforça o alerta sobre os riscos da disseminação de informações não verificadas, principalmente quando envolvem acusações graves.

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