Na missa pela passagem do sétimo dia da morte do comunicador Samir Abou Hana, ontem, na igreja de Casa Forte, o padre fez, quando falava do momento que o País vive, uma referência aos políticos. Disse que só pensam nas suas conveniências, nunca nos interesses reais da população, passando uma borracha naquilo que não lhes serviam no passado, mas hoje pode servir. As conveniências, nos oportunismos que nos levam a tomar nojo deles.
Acordei e fui buscar o que o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckimin,
que governou o maior Estado do País por quatro vezes, sendo chamado pelo PT,
Lula e sua gentalha de corrupto, já havia escrito para se defender do
bombardeio dos petistas, com os quais vai dividir a mesma mesa, o mesmo prato
num dos mais caros restaurantes do País, no próximo domingo, em São Paulo
Vai se abraçar a Lula e proclamar ao País que é, ao contrário do que falou
lá atrás, quando disse que geria o País do presídio, a alma mais honesta do
Planeta, um santo.
Pasmem, Alckimin, que imaginei ser diferente, vai beijar a face do líder
que operou, dentro e fora do presídio, o maior assalto aos cofres públicos da
história do País, descoberto, apurado e comprovado pela operação Lava Jato. Veja na imagem o que Alckimin escreveu sobre Lula e a quadrilha
do PT. (Via conteúdo blog do Magno Martins)
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