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terça-feira, 16 de setembro de 2025

Banco brasileiro pagou R$ 3,27 milhões para escritor que comemorou a morte de Charlie Kirk

A Caixa Econômica Federal assinou, em janeiro deste ano, um contrato de R$ 3,27 milhões com o escritor e jornalista Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, sem fazer licitação.

O acordo é para atualizar dois livros do autor sobre a história do banco, como parte das celebrações dos 165 anos da Caixa, que serão comemorados em 12 de janeiro de 2026.

De acordo com o Diário Oficial da União de 23 de janeiro, o projeto inclui novas edições dos livros "Caixa: Uma História Brasileira (2002)" e "Caixa: 150 Anos de uma História Brasileira (2010)".

Segundo informações do Uol,  haverá uma edição especial, uma versão digital bilíngue e uma websérie documental baseada nos livros.

A Caixa justificou a contratação direta, sem licitação, dizendo que apenas Eduardo Bueno, por ser o autor original, poderia realizar o trabalho.

O banco também destacou que o projeto visa preservar sua história e compartilhar a trajetória da empresa em formatos modernos e acessíveis.

Eduardo Bueno tem recebido críticas por comentários  nas redes sociais. Em um vídeo no Instagram, ele ironizou o assassinato do ativista conservador americano Charlie Kirk.

"É sempre terrível, né? Um ativista ser morto por suas ideias, exceto quando é o Charlie Kirk. Mataram o Charlie Kirk. Ai, coitado, tomou um tiro, não sei se na cara". Ele ainda completou: "O Charlie Kirk. Tem duas filhas pequenas, que bom para as filhas dele, né? Que bom".

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