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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

“Frieza total”, diz delegado sobre técnicos presos por mortes em UTI

Os técnicos de enfermagem presos suspeitos de matar ao menos três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), demonstraram “frieza total” quando prestaram depoimento após suas prisões.

Segundo o delegado da Polícia Civil (PCDF) Maurício Iacozzilli, Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, 24, e Marcela Camilly Alves da Silva (todos na foto em destaque), 22, também negaram inicialmente qualquer envolvimento com os crimes.

“O Marcos disse que tinha apenas seguido a receita passada pelo médico. Ao mostrarmos as filmagens, ele disse que ‘realmente tinha feito aquilo‘, mas não deixou claro qual foi a motivação”, explicou o delegado.

Marcela procedeu da mesma maneira. No interrogatório, ela disse que não sabia o que estava aplicando e que estaria “arrependida” de não ter avisado a equipe do hospital sobre o que estava acontecendo.

De acordo com o delegado Wisllei Salomão, Marcela estava em seu primeiro emprego e era treinada por Marcos.

Já a técnica Amanda negou a participação, alegando que achava que Marcos estava aplicando medicamentos normais, mas confirmou que não perguntou a ele que droga ele estava ministrando.

Segundo Iacozzili, imagens do hospital mostrava a técnica vigiando a porta no momento da aplicação e ficando na frente do paciente.

Além disso, Amanda não trabalhava na área de UTI do hospital. “Ela não devia nem estar ali junto, ela trabalhava em outro setor. Contudo, ela tinha uma relação de amizade com Marcos de muitos anos“, contou Salomão. (Via: Conteúdo Metrópoles)

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